A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) investiga o homicídio do mototaxista de aplicativo Maicon Alisson Lourenço, de 33 anos, encontrado morto com marcas de tiros e indícios de tortura em Duque de Caxias no dia 30 de setembro, após ele ter adentrado território dominado pelo Terceiro Comando Puro (TCP) durante corrida para o bairro Pantanal.
Contexto Institucional e Investigação em Curso
A PCERJ e a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) apuram se Maicon foi confundido com integrante de facção rival apenas por residir em área controlada pelo CV, conforme indica a linha principal de investigação; o crime ocorreu após ele aceitar corrida na tarde de segunda-feira, momento em que atravessou fronteiras entre domínios do tráfico, acionando ameaças prévias formuladas por criminosos que proibiram a atuação de mototaxistas em comunidades sob sua influência.
Antecedentes revelam que diversas áreas da Baixada Fluminense vivenciam ocupação paralela de facções criminosas, com histórico de violência contra trabalhadores informais; o episódio se insere em um quadro mais amplo de intimidação e extorsão praticado por organizações criminosas que buscam controlar ou eliminar a circulação de mototaxistas em seus territórios.



