Na última segunda-feira (14/9), o homem de 52 anos, tido como tio das vítimas, foi formalmente preso pela Polícia Civil da 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião) sob suspeita de praticar estupro sexual contra duas sobrinhas, com idades entre 7 e 13 anos, durante os períodos de 2024 a 2025, em conduta que configurou grave violação à integridade físico-sexual de menores e configurou crime hediondo.
Investigação Apurada e Padrões de Conduta
A apuração conduzida pela Polícia Civil do Distrito Federal revelou que os abusos ocorreram em ambientes de confiança, como brincadeiras em casa ou momentos propícios ao sono, quando o investigado se valia da proximidade familiar para isolar as vítimas e evitar que denunciassem os atos, conforme relatos colhidos em escuta especializada prevista na Lei nº 13.431/2017.
O desdobramento da investigação, coordenada em conjunto com o Conselho Tutelar e a escola onde as crianças estudavam, identificou condutas reiteradas em espaços frequentados por menores, indicando que o acusado aproveitava cargos ligados à educação ou atividades com o público infantil para manter acesso privilegiado e repetido às vítimas.
O caso envolve sérias violações de menores de idade, com crimes cometidos entre 2024 e 2025 por um homem que explorava laços familiares para cometer atos ilícitos.
Repercussão Legal e Desdobramentos da Investigação
A defesa do acusado, representada pela advogada criminalista Drauzia Coletta, alegou que a acusação se baseia em relatos não comprovados e que uma perícia médica já descartou qualquer envolvimento biológico relacionado à gravidez mencionada em mídia distorcida.
As autoridades competentes continuam aguardando a formalização do auto de prisão em flagrante e a apreciação do caso pelo Ministério Público para eventual propositura de ação penal no âmbito da Justiça Estadual.



