O senador Flávio Bolsonaro (PL) divulgou uma carta na qual se autoproclamava "o verdadeiro presidente eleito do Brasil" e alegava fraude no segundo turno das eleições, embora não tenha apresentado provas de irregularidades. Pouco tempo depois, ele apagou a publicação e republicou o texto sem a frase inicial, referindo-se a si mesmo como "líder" do país.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) respondeu às acusações afirmando que qualquer pessoa pode acessar e auditar os arquivos das urnas, incluindo Boletins de Urna, Registro Digital do Voto e logs dos equipamentos. O presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, declarou que as eleições transcorreram dentro da normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais, destacando o compromisso com a vontade soberana do eleitorado.



