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Política

PF prende ex-prefeito Canella e delegado Amim na Operação Unha e Carne 8

PorO AntagônicoVerificadoOrtografia IAPublicado Há 13 min
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PF prende ex-prefeito Canella e delegado Amim na Operação Unha e Carne 8
Fatos Rápidos da Notícia
  • Deputado estadual Márcio Canella e ex-prefeito de Belford Roxo foi preso na Operação Unha e Carne 8, deflagrada pela Polícia Federal, com mandado expedido por Alexandre de Moraes no STF
  • O esquema investigado movimentou R$ 7,6 bilhões em 6 anos, envolvendo suposto crime de lavagem de dinheiro e organização criminosa em postos de combustíveis no Grande Rio
  • A operação incluiu o sequestro de bens e a suspensão da atividade econômica de 112 empresas, principalmente postos de gasolina, conforme decisão do STF no julgamento da ADPF 635/RJ
Resumo Editorial

A O peração Unha e Carne 8, baseada na ADPF 635/RJ, resultou na prisão de Márcio Canella e Marcus Amim por envolvimento em esquema de lavagem de R$ 7,6 bilhões por meio de postos de gasolina.

Na manhã de quinta-feira, 15 de novembro, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a prisão do deputado estadual Márcio Canella e do ex-delegado Marcus Amim, desdobramento da O peração Unha e Carne 8, deflagrada pela Polícia Federal com mandado judicial derivado da ADPF 635/RJ, que apura relações entre agentes públicos e facções criminosas no Grande Rio.

Contexto Institucional e Histórico da Investigação

A O peração Unha e Carne 8, coordenada pelo STF com base na ADPF 635/RJ que trata das relações entre o Estado e organizações criminosas em comunidades carentes, resultou na prisão de Márcio Canella, deputado estadual pelo União Brasil e ex-prefeito de Belford Roxo, e do ex-delegado Marcus Amim, ambos suspeitos de participação em esquema de lavagem de dinheiro e organização criminosa que movimentou R$ 7,6 bilhões ao longo de seis anos por meio de postos de gasolina no estado do Rio de Janeiro.

O s fatos foram desdobrados após relatório de inteligência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que identificou fluxos suspeitos em postos de combustíveis ligados a um grupo investigado por contratação direta irregular, lavagem de dinheiro e associação criminosa, com indícios de envolvimento político em níveis estadual e municipal.

Ponto de Destaque

O esquema investigado movimentou R$ 7,6 bilhões em seis anos por meio de postos de gasolina ligados a uma rede de lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Repercussão Jurídica e Consequências Institucionais

O ministro Alexandre de Moraes determinou ainda o sequestro preventivo de bens e valores vinculados às 112 empresas investigadas — majoritariamente postos de gasolina — e a suspensão da atividade econômica dessas empresas sob fundamento legal previsto na ADPF 635/RJ, reforçando a autoridade do STF para coibir abusos financeiros e vínculos entre poder público e crime organizado.

As declarações da Polícia Federal indicam que os réus poderão responder por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, contratação direta ilegal e outros ainda a serem definidos pelo Ministério Público Federal durante as fases instrutórias da operação.

Atenção / Ponto Crítico
As empresas investigadas têm prazo definido para apresentar justificativas legais ou enfrentar bloqueio judicial definitivo dos ativos e interdição permanente.

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