A pesquisa do MercadoMineiro, realizada entre 8 e 11 de setembro de 2026 com 104 estabelecimentos comerciais em Belo Horizonte, revelou que o preço médio do quilo de comida nas refeições fora da residência subiu de R$ 76,35, em janeiro, para R$ 81,13 em setembro, registrando um aumento de 6,23% em apenas oito meses.
Contexto Institucional e Metodológico da Pesquisa de Preços
O levantamento, conduzido sob rigor técnico e amostragem estatisticamente representativa, abrangeu restaurantes e self-services distribuídos por diferentes regiões da capital mineira, com a coleta de dados efetuada de forma sistemática durante o período de 8 a 11 de setembro de 2026, conforme protocolos padronizados para aferição de preços unitários em alimentos e serviços.
As variações observadas refletem não apenas ajustes inflacionários gerais, mas também estratégias comerciais adotadas pelos empreendimentos em resposta ao contexto econômico atual, com o prato feito ou executivo demonstrando maior estabilidade percentual — alta de apenas 1,21% —, enquanto o custo do quilo de comida avançou para mais de seis por cento.
O preço médio do quilo de comida subiu de R$ 76,35 para R$ 81,13, representando um aumento acumulado de 6,23% entre janeiro e setembro.
Repercussão Jurídica e Reações do Setor
As autoridades regulatórias e associações do setor alimentício ainda não manifestaram medidas corretivas formais diante da escalada dos preços, mas destacam que a fiscalização ocorre dentro dos parâmetros legais vigentes e que aumentos devem obedecer à capacidade comprovada de justificativa econômica.
Especialistas apontam que a variação regional e a heterogeneidade dos modelos de negócio dificultam a padronização das regras, reforçando a necessidade de diálogo entre governo, classe empresarial e consumidor para eventuais ajustes regulatórios.



