Na reta final da campanha eleitoral para o Governo do Distrito Federal, marcado para o primeiro turno das eleições em 4 de outubro, os candidatos à chefia da unidade federativa intensificam suas atividades presenciais e estratégicas em busca de captar o eleitorado indeciso, conforme revelado por nova pesquisa de intenções de voto conduzida pela instituição Quaest.
Contexto Eleitoral e Metodologia da Pesquisa
A pesquisa Quaest, divulgada na terça-feira (29 de setembro), aponta Celina Leão (PP) em primeiro lugar com 39% das intenções de voto para o Governo do Distrito Federal, consolidando vantagem significativa sobre os demais concorrentes; Leandro Grass (PT) ocupa a segunda posição com 23%, enquanto Paula Belmonte (PSDB) registra 9%, Capelli (PSB) 3% e Kiko Caputo (Novo) 2%. A análise também inclui os percentuais de 1% para Samara Mineiro (UP) e Robson (PSTU), totalizando uma margem de amostragem que reforça a precisão do levantamento realizado entre os dias 26 e 29 de setembro, com margem de erro de ±3,1 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
O s dados refletem o cenário político no Distrito Federal após meses de intensas negociações partidárias, ajustes de coligações e exposição midiática, com Celina Leão consolidando apoio estratégico de figuras como a ex-deputada federal Paula Belmonte, que vê na governadora uma continuidade do projeto político que liderou em Brasília nos últimos anos.
Celina Leão lidera com 39% nas intenções de voto para Governador do Distrito Federal, segundo pesquisa Quaest divulgada em 29 de setembro.
Repercussão Política e Alinhamentos O ficiais
A oficialização do apoio da legenda PSD à reeleição de Celina Leão ocorreu por meio de declaração do presidente nacional do partido, Ciro Gomes, que afirmou: 'O PSD quer o voto do Arruda', referindo-se ao governador em exercício e candidato a vice, mas com clareza na orientação estratégica para a chapa governadora-candidata.
Especialistas apontam que a concentração de apoios dentro do centro-direita – evidenciada pelas declarações da bancada paulistana e pela adesão de lideranças como Belmonte – fortalece a percepção de que Celina Leão conta com uma base estruturada além do aparato eleitoral direto, sinalizando possível estabilidade institucional caso seja reeleita.



