Uma disputa inusitada no estado do Alasca coloca dois candidatos com o mesmo nome, Dan Sullivan, na mesma cédula de votação para o Senado dos Estados Unidos, causando confusão entre os eleitores e tensão entre democratas e republicanos. O episódio se tornou objeto de uma investigação criminal do Departamento de Justiça, que busca apurar se a inclusão de um segundo candidato homônimo foi uma ação proposital dos democratas.
Segundo reportagem do jornal The New York Times, a equipe da candidata democrata Mary Peltola teria recrutado um candidato independente também chamado Dan Sullivan para diluir os votos do republicano. A prática, conhecida como ballot stacking, consiste em incluir nomes com poucas chances de vitória para fragmentar o voto adversário e é considerada legal nos EUA, embora seja alvo de questionamento institucional neste caso específico.



