Desde sua implementação em 2022, a primeira via da Carteira de Identidade Nacional (CIN), emitida gratuitamente para todos os brasileiros sem distinção de idade, consolida-se como marco na modernização do registro civil, ao unificar as informações tradicionais do RG sob o parâmetro do CPF, com validade nacional e reconhecimento em todos os países do Mercosul.
Contexto Institucional e O peracional da Emissão
A Carteira de Identidade Nacional, instituída pela Lei nº 14.599/2023, substitui gradativamente o antigo RG físico, integrando dados biométricos e digitais ao documento impresso em papel moeda, com o objetivo de otimizar processos administrativos e reforçar a segurança nas relações institucionais.
A disponibilização gratuita do documento reflete uma política de inclusão social, assegurando acesso universal ao registro formal, enquanto o agendamento obrigatório nas unidades do Na Hora — mediante inscrição pelo portal oficial — contrasta com a modalidade espontânea permitida nas delegacias credenciadas da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), restrita ao turno matutino.
O documento gratuito, emitido desde 2022, já atende mais de 12 milhões de brasileiros em todo o território nacional.
Repercussão Jurídica e Estratégias Futuras
Autoridades da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e do Ministério da Justiça têm reforçado a necessidade de cumprimento rigoroso dos protocolos de emissão, alertando para a irregularidade de comparecer sem agendamento nas unidades do Na Hora, sob pena de não recebimento do documento.
O Governo Federal sinaliza intenção de expandir o modelo para a criação da 'Carteira de Identidade Pet', visando formalizar a titularidade responsável por cães e gatos, com projeto em fase de consulta pública e estudo técnico sobre viabilidade jurídica e administrativa.



