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Política

Justiça Eleitoral retira campanha falsa de Boulos do ar após fraude na arrecadação

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 10:13
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Justiça Eleitoral retira campanha falsa de Boulos do ar após fraude na arrecadação
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Justiça Eleitoral determinou a retirada de campanha falsa do site vakinha.com.br em nome de Guilherme Boulos, pré-candidato a prefeito de São Paulo, por decisão liminar do juiz Antonio Maria Patiño Zorz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, publicada em 26 de junho e intimada em 1º de julho.
  • A meta fraudulenta da campanha era arrecadar R$ 50 mil com apenas uma doação registrada no valor de R$ 5, utilizando foto de Boulos com Lula e Haddad.
  • O juiz determinou a retirada imediata da página do ar e exigiu que o site Vakinha forneça dados do usuário (IP, data, hora e portas lógicas), sob multa de R$ 10 mil por dia caso persista a vaquinha.
Resumo Editorial

A Justiça Eleitoral determinou a imediata retirada da campanha falsa de Boulos do ar, após constatação de fraude na arrecadação de R$ 50 mil com doação de R$ 5 e aplicação da Lei das Favelas.

A Justiça Eleitoral determinou, por meio de decisão liminar proferida pelo juiz Antonio Maria Patiño Zorz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, a imediata retirada da campanha falsa hospedada no site vakinha. Com. Br, idealizada em nome do pré-candidato a prefeito de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL), após constatação de fraude na arrecadação de recursos eleitorais utilizando-se de identidade falsa e manipulação de dados.

Contexto e Desconstrução da Fraude Eleitoral

A apuração conduzida pelo magistrado revelou que o perfil fraudulento visava captar R$ 50 mil por meio de apenas uma doação registrada no valor de R$ 5, com o objetivo de utilizar indevidamente a imagem de Guilherme Boulos em conjunto com os líderes Lula e Haddad para fins eleitorais ilícitos, configurando sérias irregularidades na prestação de contas e na aplicação da Lei das Favelas.

O caso foi instaurado após denúncia formal apresentada pelo deputado federal do PSOL, que denunciou o uso indevido da plataforma Vakinha como instrumento de captação irregular, motivada pela ausência de transparência na origem dos recursos e pela manipulação de dados pessoais dos supostos doadores.

Ponto de Destaque

A campanha fraudulenta pretendia arrecadar R$ 50 mil com apenas uma doação de R$ 5, explorando a imagem de figuras políticas para fins financeiros ilícitos.

Repercussão Institucional e Desdobramentos Jurídicos

A decisão liminar impõe ao site Vakinha o dever de fornecer, em prazo curto, os dados técnicos do usuário envolvido — incluindo IP, data, hora e portas lógicas — sob pena de multa diária de R$ 10 mil, caso persista a disponibilidade da vaquinha fraudulenta, conforme determinação expressa no despacho judicial.

As autoridades ressaltam que a retirada imediata da página do ar é medida preventiva para safeguard a integridade do processo eleitoral, enquanto o Ministério Público Federal já sinaliza a abertura de inquérito para apurar a responsabilidade civil e criminal dos autores da fraude.

Atenção / Ponto Crítico
Multa diária de R$ 10 mil será aplicada se o site Vakinha não cumprir a ordem de retirada imediata da campanha falsa e não entregar os dados do usuário ao juiz.

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