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Política

MPT aponta 65 casos de assédio eleitoral no Pará e Amapá em 2026

PorSarah CarvalhoVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 20:41
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MPT aponta 65 casos de assédio eleitoral no Pará e Amapá em 2026
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Ministério Público do Trabalho registrou 65 denúncias de assédio eleitoral no Pará e no Amapá em 2026, envolvendo pressão ou constrangimento de trabalhadores para influenciar escolhas políticas, sem que todas tenham sido confirmadas
  • A prática de assédio eleitoral consiste em constrangimento, ameaças, humilhações ou manipulação do direito ao voto livre ou da orientação política, conforme definido pela procuradora do Trabalho Bárbara Baracho
  • A Justiça do Trabalho do Amapá proibiu as empresas Supermercado Novo Lar Ltda. e M. Mie Oyaizu Ltda. de aplicar pressão política sobre funcionários, incluindo uso de uniformes com mensagens partidárias, sob pena de multa de R$ 5 mil por descumprimento da decisão de urgência
Resumo Editorial

O MPT identificou 65 casos de assédio eleitoral no Pará e Amapá em 2026, com empresas proibidas de aplicar pressão política sob multa diária de R$ 5 mil.

No Pará e no Amapá, o Ministério Público do Trabalho registrou 65 denúncias de assédio eleitoral em 2026, prática que consiste na constrangimento, ameaça ou manipulação do direito ao voto livre, conforme definição da procuradora Bárbara Baracho, com a Justiça do Trabalho do Amapá proibindo as empresas Supermercado Novo Lar Ltda. E M. Mie O yaizu Ltda. De aplicar pressão política sobre funcionários sob pena de multa de R$ 5 mil.

Contexto Institucional e Histórico da Prática de Assédio Eleitoral

O levantamento do Ministério Público do Trabalho aponta que as 65 denúncias registradas em 2026 no Pará e no Amapá envolvem situações em que trabalhadores foram submetidos a pressões para influenciar escolhas políticas, sendo que nem todas foram formalmente confirmadas como ilícitas, segundo laudo técnico do órgão.

A prática, conforme explicado pela procuradora do Trabalho Bárbara Baracho, vice-coordenadora adjunta nacional da Coordigualdade, abrange qualquer ato que viole a liberdade política do trabalhador, seja por meio de ameaças de demissão, imposição de uniformes com mensagens partidárias ou restrição ao exercício do direito ao voto livre.

Ponto de Destaque

Mais de 65 denúncias de assédio eleitoral foram registradas em 2026 no Pará e no Amapá pelo Ministério Público do Trabalho

Repercussão Jurídica e Próximos Desdobramentos

A Justiça do Trabalho do Amapá concedeu medida liminar proibindo as empresas Supermercado Novo Lar Ltda. E M. Mie O yaizu Ltda. De aplicar qualquer forma de pressão política sobre seus funcionários, incluindo uso de uniformes com mensagens partidárias ou exigência de apoio a candidatos durante o expediente.

A decisão da juíza Giovanna Correia Morgado Dourado reforça a necessidade de preservar a liberdade de escolha antes da votação e estabelece multa diária de R$ 5 mil por violação da ordem judicial.

Atenção / Ponto Crítico
As empresas devem cumprir imediatamente a decisão judicial ou enfrentar multa diária de R$ 5 mil por descumprimento da medida liminar

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