A imagem simbólica do fim de uma era melancólica desse jogador que um dia pensou ser o melhor do mundo é, depois de um pênalti inutilmente convertido, ele ir em direção ao goleiro Nyland para “zoá-lo”, para tirar onda por tê-lo vazado. Se não fosse um ególatra contumaz, Neymar teria botado a bola sob o braço e partido para reiniciar o jogo. Ou, se fosse resignado na consciência de que não havia mais tempo para reagir, abaixaria a cabeça e demonstraria saber que o Brasil estava perdendo, e não que estava 1 a 0 pra ele sobre Nyland num esporte que só ele joga, o neymarbol. Mas ele foi rindo para mostrar ao goleiro como bate bem pênalti. Imagino o que Nyland pode ter pensado: “Cara, você está me zoando? Você está indo embora da Copa, sábado que vem eu jogo as quartas. Acorda pra vida…”
O único drible de Neymar foi em Ancelotti
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