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Polícia

Motoqueiro indiciado por importunação sexual após tocar nádegas de pedestre na QN 7

PorFernanda CavalcanteVerificadoOrtografia IAPublicado Há 29 min
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Motoqueiro indiciado por importunação sexual após tocar nádegas de pedestre na QN 7
Fatos Rápidos da Notícia
  • O motociclista André Carlos da Silva, de 22 anos, foi indiciado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) após ser flagrado apalpando as nádegas de uma mulher enquanto passava de moto pela QN 7, no Riacho Fundo I.
  • A moto utilizada no crime era alugada; os dados da empresa de locação e o registro de geolocalização confirmaram a presença do veículo no local e horário compatíveis com o delito.
  • O indiciamento inclui os crimes de importunação sexual (art. 215-A do CP) e violação de normas de trânsito (art. 311 da CTB), com pena potencial de até seis anos de reclusão.
Resumo Editorial

A importunação sexual, configurada pela conduta de toque não consentido em via Marginal da QN 7, configura crime com pena de dois a seis anos, atualmente sob análise do Ministério Público.

No âmbito da QN 7, no Riacho Fundo I, o motociclista André Carlos da Silva, 22 anos, foi indiciado pela Polícia Civil do Distrito Federal após ser flagrado apalpando as nádegas de uma mulher enquanto transitava em moto por próximo à via marginal.

Apuração Criminal e Evidências Técnicas da Indicação

A investigação da 29ª Delegacia de Polícia, coordenada pela Seção de Apoio à Atividade de Polícia Judiciária (SAM), reuniu evidências concludentes por meio de imagens de câmeras de segurança de um comércio local, registros de geolocalização da motocicleta alugada e o depoimento da vítima, que descreveu a aproximação posterior e o toque não consentido durante a passagem.

Conforme apurado, o veículo utilizado no delito era locado por empresa registrada, cujos dados permitiram identificar o titular e corroborar a presença do veículo no horário e local compatíveis com a prática do crime, reforçando a consistência da narrativa investigativa.

Ponto de Destaque

O indiciamento configura crime de importunação sexual, com pena prevista entre dois e seis anos de reclusão.

Repercussão Institucional e Desdobramentos Legais

A PCDF comunicou que o caso será encaminhado ao Ministério Público para análise das medidas cabíveis, enquanto o suspeito mantém silêncio sobre as acusações, apesar de ter negado inicialmente qualquer conduta irregular durante depoimento inicial.

Especialistas em direito penal apontam que a soma das infrações — importunação sexual e violação de trânsito — pode acarretar sanções cumulativas, com possibilidade de prisão preventiva caso haja risco à ordem pública ou reiteração de conduta.

Atenção / Ponto Crítico
O indiciamento já atinge o limite máximo de seis anos de reclusão, dependendo da interpretação jurídica das condutas e do histórico do investigado.

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