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Polícia

Influenciadora é morta a tiros após deixar prisão, onde investigava morte de sargento da PM

PorLarice de PaulaVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 15:28
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Influenciadora é morta a tiros após deixar prisão, onde investigava morte de sargento da PM
Fatos Rápidos da Notícia
  • Evellyn Dantas, influenciadora digital, foi morta a tiros na madrugada de quarta‑feira (16/9) em Mãe do Rio, Pará, após ter sido solta cinco dias antes por liberdade provisória no processo que investiga a morte do sargento da PM Antônio Anildo Alves
  • No dia do crime, quatro homens encapuzados chegaram ao supermercado onde o sargento foi morto e, segundo a Polícia Civil, também incriminaram Evellyn em flagrante por tráfico de drogas, resultando na apreensão de porções de maconha e cocaína e de dois carregadores de arma de fogo
  • A Polícia Civil investiga se a pichação “TCP” encontrada na fachada da residência da vítima – referência ao Terceiro Comando Puro – tem relação com o assassinato, enquanto o caso segue sob apuração institucional e pode acarretar implicações jurídicas e sociais
Resumo Editorial

A influenciadora, solta por decisão judicial após investigar o sargento da PM, foi morta a tiros em sua residência, com possível vínculo ao Terceiro Comando Puro.

Na madrugada de quarta‑feira, 16 de setembro, a influenciadora digital Evellyn Dantas foi morta a tiros em Mãe do Rio, Pará, após ser solta cinco dias antes por liberdade provisória no inquérito que apura a morte do sargento da Polícia Militar Antônio Anildo Alves.

Contexto Institucional e Histórico da Investigação

A Polícia Civil de Pará mantém aberto inquérito que investiga a morte do sargento Antônio Anildo Alves, ocorrida em julho de 2024 dentro de um supermercado no município de Mãe do Rio, e que culminou na prisão de quatro suspeitos, entre eles a própria Evellyn Dantas, acusada de tráfico de drogas e de envolvimento no homicídio do militar.

A libertação provisória concedida a Dantas ocorreu sob decisão judicial que reconheceu risco reduzido de fuga, mas que, paradoxalmente, possibilitou o plano criminal que culminou em sua execução na residência onde residia, conforme os relatos das autoridades que apuram a presença de quatro indivíduos encapuzados e armados que chegaram ao local no mesmo dia do crime.

Ponto de Destaque

Evellyn Dantas morreu após ser solta cinco dias antes do assassinato que envolve o sargento da PM Antônio Anildo Alves.

Repercussão Jurídica e Consequências Imediatas

A Polícia Civil informou que a pichação "TCP", associada ao Terceiro Comando Puro, encontrada na fachada da residência da vítima, será analisada para determinar eventual vínculo com o homicídio, enquanto o inquérito segue sob acompanhamento da Secretaria de Segurança Pública do Estado.

O Ministério Público do Estado já determinou a abertura de ação penal contra os quatro suspeitos, com previsão de audiências que podem resultar em condenação por homicídio qualificado e tráfico de entorpecentes, conforme o Código Penal e a Lei nº 11.343/2006.

Atenção / Ponto Crítico
Qualquer novo elemento probatório que comprove participação direta de integrantes do TCP poderá gerar reclassificação do crime como ação terrorista.

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