Na madrugada de quarta‑feira, 16 de setembro, a influenciadora digital Evellyn Dantas foi morta a tiros em Mãe do Rio, Pará, após ser solta cinco dias antes por liberdade provisória no inquérito que apura a morte do sargento da Polícia Militar Antônio Anildo Alves.
Contexto Institucional e Histórico da Investigação
A Polícia Civil de Pará mantém aberto inquérito que investiga a morte do sargento Antônio Anildo Alves, ocorrida em julho de 2024 dentro de um supermercado no município de Mãe do Rio, e que culminou na prisão de quatro suspeitos, entre eles a própria Evellyn Dantas, acusada de tráfico de drogas e de envolvimento no homicídio do militar.
A libertação provisória concedida a Dantas ocorreu sob decisão judicial que reconheceu risco reduzido de fuga, mas que, paradoxalmente, possibilitou o plano criminal que culminou em sua execução na residência onde residia, conforme os relatos das autoridades que apuram a presença de quatro indivíduos encapuzados e armados que chegaram ao local no mesmo dia do crime.
Evellyn Dantas morreu após ser solta cinco dias antes do assassinato que envolve o sargento da PM Antônio Anildo Alves.
Repercussão Jurídica e Consequências Imediatas
A Polícia Civil informou que a pichação "TCP", associada ao Terceiro Comando Puro, encontrada na fachada da residência da vítima, será analisada para determinar eventual vínculo com o homicídio, enquanto o inquérito segue sob acompanhamento da Secretaria de Segurança Pública do Estado.
O Ministério Público do Estado já determinou a abertura de ação penal contra os quatro suspeitos, com previsão de audiências que podem resultar em condenação por homicídio qualificado e tráfico de entorpecentes, conforme o Código Penal e a Lei nº 11.343/2006.



