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Polícia

Delegado ex-secretário policial prende chefe lavagem dinheiro em rede de postos

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 19:46
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Delegado ex-secretário policial prende chefe lavagem dinheiro em rede de postos
Fatos Rápidos da Notícia
  • Delegado Marcus Vinicius Amim Fernandes, ex-secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro, foi preso em 15 de maio de 2024 pela Polícia Federal durante a oitava fase da Operação Unha e Carne, suspeito de integrar esquema de lavagem de dinheiro em rede de postos de combustíveis no Grande Rio
  • O esquema movimentou mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos, conforme Relatório de Inteligência Financeira do COAF, com 96 dos 112 empresas investigadas sendo postos de combustíveis utilizados para camuflar recursos criminosos
  • Amim foi nomeado presidente do Detran-RJ e secretário da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro com indicação do deputado Márcio Canella, tendo participado da alteração da Lei Orgânica da ALERJ para flexibilizar requisitos temporais para cargo
Resumo Editorial

Delegado ex-secretário prende chefe de esquema que lavrou R$ 7,6 bilhões em postos de combustíveis durante O peração Unha e Carne.

Durante a manhã de quinta-feira, 15 de maio de 2024, o Delegado Marcus Vinicius Amim Fernandes, ex-secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro e presidente do Detran-RJ, foi preso pela Polícia Federal durante a oitava fase da O peração Unha e Carne, sob suspeita de integrar o núcleo gestor de um complexo esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 7,6 bilhões ao longo de seis anos, envolvendo uma rede de 96 postos de combustíveis utilizados para dissimular recursos oriundos de atividades criminosas.

Contexto Institucional e Desdobramentos da Investigação

Ponto de Destaque

O esquema fraudulento movimentou mais de R$ 7,6 bilhões em seis anos, com 96 dos 112 empresas investigadas sendo postos de combustíveis utilizados para camuflar recursos criminosos.

Repercussão Institucional e Desdobramentos Futuramente

Atenção / Ponto Crítico
A Justiça determinou o sequestro preventivo dos bens e valores vinculados à quadrilha, com sanções penais previstas para lavagem de dinheiro, corrupção e formação de cartel podendo chegar a 30 anos de reclusão.

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