O empresário de Serginho Hondjakoff, Dino Boyer, acionou seu escritório jurídico após a formalização da denúncia de assédio contra o ator por Luiza Ambiel, que alegou ter sido vítima durante sua participação no reality Made in Japão em 2020, embora o próprio Boyer tenha negado qualquer ligação entre a saída do artista do programa e o suposto episódio, destacando que a decisão ocorreu em razão de problemas de saúde crônicos.
Contexto Institucional e Histórico da Desinclusão no Reality Show
A apuração jornalística confirmou que o desligamento de Serginho Hondjakoff do Made in Japão ocorreu em 2020, motivado por um quadro clínico de dor na coluna vertebral que, segundo relatos do empresário, limitava sua mobilidade e impediu a continuidade na atração.
Antecedentes indicam que o ator mantinha histórico de comorbidades musculoesqueléticas, com registros médicos que atestavam a necessidade de intervenções periódicas, incluindo injeções intravenosas administradas dias antes da entrada em confinamento em A Fazenda.
O empresário Dino Boyer, responsável pela representação jurídica do artista na época, reiterou em entrevista exclusiva que a narrativa de assédio é infundada e que o desligamento obedecia estritamente a questões de saúde, reforçando que a produção foi notificada sobre o quadro médico do participante.
O empresário Dino Boyer afirmou categoricamente que Serginho Hondjakoff saiu do Made in Japão por dor na coluna e não por assédio, reforçando que a acusação de Luiza Ambiel carece de comprovação judicial.
Repercussão Jurídica e Estratégia de Defesa
O escritório de Dino Boyer confirmou estar representando Luiza Ambiel em ação formal, com medidas cautelares em curso para apurar os fatos e garantir o direito à defesa do acusado, enquanto o próprio Boyer exigiu que a denunciante apresentasse evidências robustas perante a Justiça.
Especialistas em direito contratual e imagem pública apontam que a saída do artista do reality show pode gerar questionamentos trabalhistas referentes à cláusula de permanência e uso de imagem, dependendo da análise dos termos contratuais vigentes entre as partes.



