A Polícia Metropolitana de Londres precisou comunicar o Escritório Independente de Conduta Policial (IOPC) sobre o manejo de uma carta entregue a Meghan Markle em janeiro de 2019. A correspondência, enviada por Roslyn Loveless, primeira esposa do diretor de fotografia aposentado Thomas Markle, continha alegações sobre supostos crimes sexuais contra crianças cometidos por ele fora do Reino Unido.
Segundo comunicado oficial da instituição, a carta foi avaliada e posteriormente encaminhada ao gabinete do duque e da duquesa de Sussex para conhecimento, mas nenhum detalhe das alegações foi compartilhado com outras agências policiais e nenhuma investigação foi iniciada contra Thomas Markle à época. A polícia londrina declarou que pretende realizar uma série de denúncias às agências policiais estrangeiras relevantes para esclarecer o caso.
Meghan Markle se pronunciou após o escândalo vir à tona e afirmou ter recebido garantias de que as alegações estavam sendo investigadas na época. A duquesa de Sussex explicou que o distanciamento do pai e a decisão de não permitir contato dele com seus filhos, Archie e Lilibet Diana, tiveram como único motivo protegê-los.
A relação entre Meghan e Thomas Markle está interrompida desde 2018, ano do casamento dela com o príncipe Harry, quando o patriarca não compareceu à cerimônia devido a uma cirurgia cardíaca de emergência. O contato foi retomado brevemente em 2025, quando ele ligou para conversar após passar por uma cirurgia de amputação na perna.



