O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o Brasil não enfrenta um surto de mpox como o registrado em 2022, mesmo após o Rio de Janeiro contabilizar 74 casos da doença entre setembro e outubro. De acordo com ele, o volume de vacinas para o estado foi intensificado para controlar os casos atuais. Padilha ressaltou que a situação do país, com 665 casos no ano, é bem diferente do surto enfrentado em 2022, quando quase 11 mil pessoas foram infectadas.
A vacina contra a mpox não faz parte da rotina do Programa Nacional de Imunizações e é indicada apenas para públicos específicos, como profissionais de laboratório que trabalham com o vírus, pessoas vivendo com HIV com imunossupressão e quem teve contato direto de médio ou alto risco com caso suspeito ou confirmado. A doença, causada pelo vírus MPXV, costuma iniciar com sintomas como febre, dor de cabeça e muscular, seguidos pelo surgimento de lesões cutâneas características na pele.



