Conforme levantamento da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg registrada no TSE sob código BR-04739/2026, com amostra de 5.015 entrevistados entre 17 e 22 de setembro, 43,8% dos brasileiros identificam os aliados de Bolsonaro como os principais responsáveis pelo esquema de fraudes financeiras do Banco Master, enquanto 43,4% apontam os aliados de Lula, evidenciando polarização na percepção pública sobre o escândalo.
Contexto Institucional e Apuração da Pesquisa
A pesquisa, conduzida com margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%, revelou que a percepção sobre a participação política no esquema financeiro do Banco Master permanece dividida entre os blocos partidários, com os apoiadores bolsonaristas sendo vistos como majoritariamente envolvidos por 43,8% dos entrevistados – índice que marca crescimento em relação aos 41,2% registrados em 16 de setembro.
No contexto institucional, a investigação do Banco Central sobre o uso indevido de crédito consignado pelo Banco Master desencadeou apurações policiais e movimentos judiciais que culminaram na prisão de alvos do Centrão, ampliando o debate sobre a influência partidária nas práticas econômicas irregulares.
Quase metade dos brasileiros (43,8%) aponta os aliados bolsonaristas como os principais responsáveis pelo esquema de fraudes financeiras do Banco Master.
Repercussão Política e Desdobramentos da Crise
As declarações oficiais reforçam a tensão: segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, a administração federal reafirma que não há evidência direta que vincule ministros do STF ou autoridades governamentais ao esquema fraudulento, enquanto o Ministério Público Federal mantém sigilo sobre os detalhes das investigações em curso.
O s analistas políticos apontam que a associação dos partidos com o escândalo pode gerar reflexos eleitorais significativos, especialmente em um cenário em que 52,3% dos entrevistados consideram que a crise judicial prejudica mais a candidatura de Lula do que o envolvimento indireto de Flávio Bolsonaro.



