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Polícia

MPF acusa 35 pessoas de fraudar BPC/Loas em MG, movimentando R$ 86 milhões

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 59 min
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MPF acusa 35 pessoas de fraudar BPC/Loas em MG, movimentando R$ 86 milhões
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu denúncia contra 35 investigados por participação em esquema de fraudes no INSS, envolvendo o recebimento indevido de mais de R$ 86 milhões em benefícios BPC/Loas, segundo apuração realizada em conjunto com a Polícia Federal, Força-Tarefa Previdenciária em Minas Gerais e Nuinp/MG.
  • A investigação resultou na identificação de 457 benefícios fraudulentos, dos quais 240 estavam ativos e pagos até a deflagração da Operação Leste do Espinhaço, cujo bloqueio evitou prejuízo futuro estimado em R$ 34,8 milhões à Previdência Social.
  • O MPF enquadrou os acusados no crime de organização criminosa, pedindo a manutenção das prisões preventivas, o ressarcimento integral dos valores desviados e o bloqueio de bens dos denunciados, com decisão pendente de análise pela Justiça Federal.
Resumo Editorial

O MPF denuncia 35 suspeitos por fraudar o BPC/Loas, desviando R$ 86 milhões em benefícios e provocando bloqueio de bens que impede prejuízo de R$ 34,8 milhões à Previdência.

Na terça‑feira, o Ministério Público Federal (MPF) formalizou denúncia contra 35 investigados por participação em esquema de fraude no INSS, mediante o recebimento indevido de mais de R$ 86 milhões em benefícios BPC/Loas, ação coordenada pela Polícia Federal e pela Força‑Tarefa Previdenciária em Minas Gerais.

Contexto Institucional e Histórico da O peração

A denúncia, apresentada à Justiça Federal em conjunto com a Polícia Federal, o Ministério Público Estadual de Minas Gerais e o Nuinp/MG, resultou da O peração Leste do Espinhaço, deflagrada no final de agosto, que culminou na execução de 91 medidas judiciais, entre elas 25 mandados de prisão preventiva, 33 mandados de busca e apreensão e 33 bloqueios de bens, conforme consta no expediente investigativo.

O inquérito revelou a existência de 457 benefícios fraudulentos, dos quais 240 permaneciam ativos e eram pagos até o momento do bloqueio, o que impediu um prejuízo futuro estimado em R$ 34,8 milhões aos cofres da Previdência Social.

Ponto de Destaque

Mais de R$ 86 milhões foram desviados por meio de 457 benefícios falsos no INSS, dos quais 240 ainda estavam ativos até o bloqueio.

Repercussão Jurídica e Estratégias de Ressarcimento

O MPF enquadrou os acusados no crime de organização criminosa e requer a manutenção das prisões preventivas, o ressarcimento integral dos valores ilícitos e o bloqueio de bens dos denunciados, medida que aguarda análise da Justiça Federal para garantir a ordem pública e a efetividade da recuperação patrimonial.

A expectativa é que a sentença judicial consolide a responsabilização dos envolvidos e estabeleça precedentes para futuras investigações de fraudes previdenciárias no país.

Atenção / Ponto Crítico
A decisão da Justiça Federal sobre a manutenção das prisões preventivas tem prazo definido para manifestação até 15 dias após o recebimento da denúncia.

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