O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou, durante participação no programa do Noblat, que o governo mantém a seriedade fiscal e busca o equilíbrio das contas públicas. Segundo ele, o país herdou um déficit elevado e agora projeta superávit, mas a cartilha de cortes exigida pelo mercado financeiro não vai asfixiar os programas sociais nem os investimentos essenciais.
Lula deixou claro que o sacrifício do ajuste fiscal não recairá sobre os mais vulneráveis. Comentaristas avaliam que o presidente age respaldado pela legitimidade do voto popular, que derrotou as apostas da oposição de Flávio Bolsonaro, antecipando pontos centrais do pronunciamento à nação preparado para os próximos dias.
