Na manhã de quinta-feira, 1º de outubro, os candidatos ao Governo do Distrito Federal intensificaram a campanha com atividades presenciais nas ruas e na televisão, em um dia que também encerra a transmissão da propaganda eleitoral gratuita na TV aberta, iniciada em 28 de agosto, conforme regulamentação eleitoral vigente.
Contexto Institucional e O peracional da Agenda Eleitoral
A Comissão Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) confirmou a programação intensa dos candidatos, que incluem panfletagem estratégica em regiões-chave, diálogos diretos com a população e a apresentação formal de propostas para o eleitorado local. A agenda coincide com o término da propaganda gratuita na televisão aberta, medida que vigorou desde 28 de agosto e tem como objetivo garantir igualdade de acesso à mídia aos postulantes, conforme estabelecido pelo Código Eleitoral.
Nos bastidores, o debate sobre as propagandas digitais impulsionadas nas redes sociais permanece central, já que, a partir de 1º de outubro, sua circulação será proibida, conforme decisão do TRE-DF, reforçando o foco nas tradicionais formas de comunicação e marcando um novo capítulo na dinâmica das campanhas eleitorais no Distrito Federal.
A propaganda eleitoral gratuita na TV aberta encerra oficialmente no dia 1º de outubro, após 34 dias de difusão regulamentada.
Repercussão Legal e Desdobramentos da Campanha
O Corregedor do TRE-DF indeferiu liminar em ação movida por Celina contra Paula Belmonte, mantendo a validade das práticas eleitorais vigentes e afastando qualquer impedimento à atuação dos candidatos. A decisão reforça o caráter técnico e juridicamente consolidado das normas eleitorais aplicáveis ao pleito.
Com apenas três dias para o primeiro turno, os candidatos mantêm calendário reduzido mas estratégico: Samara Mineiro (UP) prioriza visitas a áreas periféricas; Cappelli (MDB) busca capitalizar insatisfações locais; e Kiko Caputo (PSD) propõe expansão de serviços públicos em modelagem alternativa aos fins de semana.



