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Política

PEC da Segurança Pública avança no Senado sem redução da maioridade penal

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 17:35
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PEC da Segurança Pública avança no Senado sem redução da maioridade penal
Fatos Rápidos da Notícia
  • Relator Rogério Carvalho apresentou parecer mantendo a redução da maioridade penal fora do texto principal da PEC
  • Emendas de Camilo Santana e Rogério Marinho sobre redução da maioridade penal tramitarão separadamente
  • PEC amplia integração entre União, estados e municípios no combate ao crime organizado
Resumo Editorial

O relator da proposta, senador Rogério Carvalho, defendeu que a redução da maioridade penal seja debatida separadamente para não atrasar a promulgação da PEC, que amplia a integração entre entes federativos no combate ao crime organizado.

O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública no Senado, Rogério Carvalho (PT-SE), apresentou um parecer que mantém fora do texto principal a redução da maioridade penal. O parlamentar propôs que as emendas dos senadores Camilo Santana (PT-CE) e Rogério Marinho (PL-RN) sobre o tema tramitem separadamente, evitando que o impasse sobre a questão atrasasse a votação.

A PEC da Segurança, prioridade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deve ser votada nesta terça-feira (3/11). A proposta amplia a integração entre União, estados e municípios no combate ao crime organizado, estabelece regras mais rígidas para integrantes de facções e prevê mais recursos para a segurança pública.

Carvalho justificou que as matérias das emendas são relevantes, mas não se confundem com o objeto central da PEC nº 18, de 2025. O relator rejeitou ainda outras quatro emendas que tratavam da destinação de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública às Forças Armadas e da inclusão de novas categorias entre os órgãos de segurança.

Segundo o senador, incluir essas matérias diretamente no Plenário implicaria o retorno da proposição à Câmara dos Deputados, o que atrasaria a promulgação. A votação foi marcada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e a proposta precisa de pelo menos 49 votos favoráveis em cada um dos dois turnos para ser aprovada.

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