A Seppen instaurou procedimento apuratório para investigar a visita da prefeita de Belford Roxo, Mariana Malta, ao deputado estadual Márcio Canella no Complexo Penitenciário de Gericinó, em 15 de outubro, data da prisão do parlamentar durante a oitava fase da O peração Unha e Carne, com a Corregedoria da instituição e o STF designando o caso como sigiloso.
Apuração Administrativa e Contexto da Visita
A Secretaria de Estado de Polícia Penal do Rio de Janeiro (Seppen) formalizou um procedimento investigativo para apurar as circunstâncias da entrada da prefeita Mariana Malta no Complexo Penitenciário de Gericinó, onde Márcio Canella encontra-se encarcerado desde 15 de outubro, data em que foi alvo da oitava fase da O peração Unha e Carne deflagrada pela Polícia Federal. A instituição destacou que a visita ocorreu sob a condição de advogada, comprovada pelo registro ativo na O rdem dos Advogados do Brasil, conforme comunicado à Polícia Federal, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e à O AB-RJ assim que a prefeitura foi identificada.
Conforme os registros oficiais, Canella é investigado por participação em organização criminosa armada que opera por meio de rede de 96 postos de gasolina utilizada para lavagem de dinheiro, tendo sido alvo de sequestro de bens e valores e suspensão das atividades econômicas de 112 empresas vinculadas ao esquema criminoso.
A investigação abrange o Complexo Penitenciário de Gericinó, palco da prisão do deputado durante a oitava fase da O peração Unha e Carne deflagrada pela Polícia Federal em 15 de outubro.
Repercussão Institucional e Desdobramentos O ficiais
A Seppen mantém postura técnica ao informar que não revelou motivos específicos para impedir a visita ao parlamentar, enquanto a Corregedoria da instituição mantém em andamento o procedimento administrativo para apurar as irregularidades na condução da entrada da prefeita no estabelecimento prisional.
O STF confirmou sigilo processual sobre o caso, e o espaço para comentários permanece aberto após tentativas infrutíferas de contato com a prefeitura de Belford Roxo, as defesas jurídicas de Márcio Canella, a O AB-RJ, a Polícia Federal e o governo municipal.



