A O peração Mute, coordenada pelo Ministério da Justiça por meio da Senappen, conclui nesta sexta-feira (25) uma semana de intensas buscas em 138 penitenciárias brasileiras, tendo apreendido 400 celulares — número que, segundo relatos oficiais, deve aumentar ainda antes do encerramento definitivo dos trabalhos.
Contexto Institucional e Execução da O peração
A ação, realizada simultaneamente em todas as unidades prisionais do país sob coordenação da Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais), visa combater o uso de dispositivos eletrônicos para a prática de golpes externos, com especial incidência no Rio de Janeiro, onde 100 aparelhos foram identificados em celas vinculadas à facção 'Povo de Israel'.
As buscas ocorreram após mapeamento prévio de pontos com sinal telefônico e utilização de tecnologias de rastreamento, com agentes penetrando as celas em operação coordenada para localizar e apreender os equipamentos ilícitos, em um esforço sistemático que já se estende por três anos e quatro fases operacionais no âmbito nacional.
Foram 400 celulares apreendidos em 138 penitenciárias em uma semana, com 100 unidades encontradas no Rio de Janeiro ligadas à facção 'Povo de Israel'.
Repercussão e Desdobramentos Jurídicos
A operação conta com o aval técnico das secretarias estaduais de segurança e o suporte da Senappen, que monitora desde 2023 o crescimento do tráfico de celulares nas prisões como vetor de fraudes financeiras e comunicação clandestina.
As autoridades ressaltam que a continuidade das atividades depende da ampliação dos protocolos de inspeção e da integração entre os sistemas penitenciários e de inteligência das forças policiais.



