Na terça‑feira, 6 de outubro, a promotora de Justiça Claudia Braga Tomelin foi eleita procuradora‑geral do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), obtendo 164 dos 441 votos registrados na eleição interna do órgão.
Eleição Interna do MPDFT e Resultado Formal
A apuração, conduzida pela Comissão Eleitoral do MPDFT, registrou a participação de 255 votos dentre os 441 credenciados, sendo 91 votos considerados nulos ou duplicados; Claudia Tomelin recebeu 164 sufrágios, o que equivale a 73,7 % dos votos válidos, superando o rival Libanio Alves Rodrigues, que somou 182 sufrágios.
Tomelin, que exerce desde 2012 as funções de secretária‑geral e atua como titular da 1ª Promotoria de Defesa da Mulher em Situações de Violência Doméstica e Familiar de São Sebastião, acumula experiência em áreas como Infância e Juventude, Tribunal do Júri, Juizado Especial Criminal e Controle e Fiscalização do Sistema Prisional, tendo ainda integrado o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Claudia Tomelin foi eleita com 73,7 % dos votos válidos, assegurando a liderança do MPDFT para o biênio 2026‑2028.
Repercussão Institucional e Próximos Desdobramentos
A Procuradoria‑Geral da República (PGR) receberá a lista com os nomes de Tomelin e de Libanio Alves Rodrigues e encaminhará a indicação à Presidência da República, que terá a incumbência de nomear o novo chefe do MPDFT para o biênio 2026‑2028, permitindo a recondução por período igual.
O novo procurador‑geral assumirá responsabilidades estratégicas na defesa da democracia, no controle institucional das eleições e na proteção das vítimas de violência doméstica, conforme previsto nos planos de ação da instituição.



