Na manhã de 25 de setembro, um reeducando em regime semiaberto no Centro de Progressão Penitenciária do Distrito Federal foi alvo de agressão física por outros presos antes de sair da unidade para trabalhar na Novacap, sendo imediatamente escoltado por policiais penais ao hospital, medicado, liberado e submetido a exames periciais.
Contexto Institucional e Procedimentos de Apuração
De acordo com relatório oficial da Seape-DF, o incidente ocorreu durante a saida programada do reeducando para atividade laboral na Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), quando outros internos o cercaram e desferiram múltiplas agressões físicas, exigindo a intervenção imediata dos policiais penais que o conduziram ao Hospital Regional de Sobradinho para atendimento emergencial.
Antecedentes indicam que o Centro de Progressão Penitenciária mantém rigoroso controle das saidas laborais, com protocolos que prevêem escolta policial em casos de risco, embora o episódio represente nova tentativa de violação das normas internas do sistema prisional, já que o reeducando possuía histórico disciplinar limpo.
Mais de 15 agressões físicas ocorreram em menos de dois minutos, segundo laudo preliminar do IML
Repercussão O ficiosa e Desdobramentos Imediatos
A Seape-DF comunicou que o caso está sob investigação disciplinar interna e que os envolvidos responderão por infrações ao Regime Penitenciário, com possibilidade de prorrogação da pena ou transferência para unidade mais segura.
Especialistas em direito penal apontam que o episódio pode configurar crime de lesão corporal grave (art. 129 do CP) e incitar à revisão dos protocolos de segurança nas unidades penais do DF.



