O Rabobank projeta que o mercado total de defensivos químicos e biológicos movimente US$ 20,4 bilhões em 2026, alta de 1% sobre 2025, e alcance US$ 20,9 bilhões em 2027, avanço de 2,7%. Segundo o analista Bruno Fonseca, a recuperação depende da melhora financeira dos agricultores, que reduziram aplicações durante o período de restrição orçamentária.
A concorrência crescente com empresas chinesas altera a dinâmica de preços no Brasil, favorecendo defensivos pós-patente mais baratos. Enquanto isso, companhias globais como Bayer, Basf, FMC e Syngenta apresentam resultados fracos, com quedas nas vendas e no Ebitda, pressionadas por genéricos e negócios de margens menores.



