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Polícia Civil combate golpe bancário contra idosos no Rio de Janeiro

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado 26/10 às 23:47
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Polícia Civil combate golpe bancário contra idosos no Rio de Janeiro
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou, nesta segunda-feira (26), uma operação para investigar um grupo suspeito de aplicar fraudes financeiras usando o nome e a identidade visual de uma instituição bancária para atrair vítimas. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos bairros de Irajá, na Zona Norte, e Campo Grande, na Zona Oeste da capital.
  • A ação teve como objetivo apreender materiais que ajudem a esclarecer o funcionamento do esquema, identificar outros envolvidos e localizar novas vítimas.
  • De acordo com as investigações, o grupo utilizava estabelecimentos comerciais com a identidade visual do banco para transmitir credibilidade e atrair clientes, principalmente idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade.
Resumo Editorial

A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou, nesta segunda-feira (26), uma operação para investigar um grupo suspeito de aplicar fraudes financeiras usando o nome e a identidade visual de uma instituição bancária para atrair vítimas. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos bairros de Irajá, na Zona Norte, e Campo Grande, na Zona Oeste da capital.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou, nesta segunda-feira (26), uma operação para investigar um grupo suspeito de aplicar fraudes financeiras usando o nome e a identidade visual de uma instituição bancária para atrair vítimas. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos bairros de Irajá, na Zona Norte, e Campo Grande, na Zona Oeste da capital.

A ação teve como objetivo apreender materiais que ajudem a esclarecer o funcionamento do esquema, identificar outros envolvidos e localizar novas vítimas.

De acordo com as investigações, o grupo utilizava estabelecimentos comerciais com a identidade visual do banco para transmitir credibilidade e atrair clientes, principalmente idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade.

Sob o pretexto de oferecer serviços bancários, os suspeitos convenciam as vítimas a entregar seus celulares e permitir o acesso a informações pessoais e bancárias. Com os dados obtidos, o grupo realizava empréstimos e transferências via PIX sem autorização das vítimas.

Até a publicação da reportagem, a polícia não divulgou o balanço das operações.

Ainda segundo a apuração, os envolvidos atuavam de forma organizada: enquanto alguns atraíam as vítimas, outros utilizavam contas bancárias em nome de terceiros para movimentar os valores obtidos.

As investigações também apontaram que o grupo atuava na Zona Oeste do Rio, indicando que o esquema pode ter sido aplicado em diferentes pontos da capital.

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