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Política

Deputado federal revela que infância paraense inclui onça-pintada na residência familiar

PorElielson AlmeidaVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 00:35
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Deputado federal revela que infância paraense inclui onça-pintada na residência familiar
Fatos Rápidos da Notícia
  • Autoridades e órgãos oficiais acompanham os desdobramentos do tema apurado.
  • Os registros, decisões e dados centrais foram confirmados formalmente.
  • Medidas institucionais e regulatórias permanecem em curso e sob monitoramento.
Resumo Editorial

O deputado federal revelou que sua infância no Pará incluiu uma onça-pintada como animal de estimação, evidenciando a irregularidade do manejo pré-2007 da fauna silvestre.

Uma entrevista de 2022, reexibida recentemente nas redes sociais, trouxe à tona lembranças da infância do deputado federal Celso Russomanno (Republicanos-SP), que relatou ter crescido em uma residência no Pará onde a família mantinha diversos animais silvestres, inclusive uma onça-pintada, sob a alegação de que a legislação da época permitia tal prática.

Contexto Histórico e Legislação Aplicável à Preservação da Fauna

A reexibição da entrevista concedida ao programa 'Sensacional', de Daniela Albuquerque, em 18 de maio de 2022, despertou atenção na imprensa e nas redes digitais por conta da revelação de que Celso Russomanno, então deputado federal, vivia com sua família em uma residência localizada em região próxima à floresta amazônica, onde mantinham macaco-prego, jupará, quati, cobra e saracura — animais silvestres cuja posse era legalmente admitida antes da regulamentação mais rigorosa do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente.

O relato do parlamentar, ao afirmar que a onça-pintada 'era super mansa' desde que alimentada nos horários corretos, trouxe à tona debates sobre os limites éticos e ambientais do manejo privado de fauna silvestre, mesmo em áreas com autorização prévia prevista em normas anteriores à Lei nº 11.428/2007.

Ponto de Destaque

Celso Russomanno afirmou que a onça-pintada era dócil e super mansa, desde que alimentada nos horários corretos.

Repercussão Institucional e Decisões Judiciais

A Justiça Federal suspendeu recentemente uma norma que autorizava dentistas a realizar harmonização facial, medida que havia sido publicada pela Secretaria de Regulação Econômica e Fiscal do Ministério da Economia em 2023, mas que foi considerada irregular por contrariar princípios da saúde pública e da proteção ao consumidor.

A decisão foi proferida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), com base em ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal, que questionou a competência técnica e a adequação das diretrizes para procedimentos estéticos invasivos realizados por profissionais não especializados em medicina oral e maxilofacial.

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Atenção / Ponto Crítico
Dentistas devem suspender imediatamente atividades de harmonização facial sob pena de responsabilização civil e administrativa prevista na legislação sanitária

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