A Polícia Federal (PF) desvendou, em operação coordenada com a Secretaria de Segurança, o esquema fraudulento envolvendo carteiras de crédito negociadas entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB), com valores estimados em R$ 12 bilhões, e apreendeu R$ 1 milhão em espécie e um iPhone 15 na residência de Allan da Silva Machado, procurador do Banco Master e gerente de Backoffice/Conciliação, em 18 de novembro de 2025.
Investigação Preliminar e Desdobramentos O peracionais
A O peração Compliance Zero, que analisou mensagens de WhatsApp, documentos bancários e dados da Firme, identificou uso sistemático de 'lastros artificiais' após auditorias do BRB, conforme constatação da PF, com foco no papel de Allan da Silva Machado como intermediário entre diretivas corporativas e execução das operações.
Conforme apurações oficiais, o procurador atuava como elo direto entre as ordens da diretoria do Master — incluindo figuras como Daniel Vorcaro e Alberto Felix Neto — e a montagem das carteiras de crédito, com cobranças urgentes para contornar bloqueios de cartões e facilitar a recompra de produtos financeiros, enquanto documentos com CPFs duplicados e matrículas padronizadas eram enviados por Raimundo Borges Leal da Firme.
O esquema movimentou transações fraudulentas equivalentes a R$ 12 bilhões, segundo estimativas da O peração Compliance Zero
Repercussão Jurídica e Estratégias Futuras
A PF formalizou investigação contra Allan da Silva Machado por participação em esquema de fraude e lavagem de dinheiro, com base em evidências coletadas durante a primeira fase da operação realizada em 18 de novembro de 2025.
Autoridades do Banco Master e do BRB ainda não se manifestaram oficialmente sobre as acusações, enquanto o Ministério Público Federal deve definir as próximas medidas legais, incluindo possível denúncia criminal e pedidos de prisão preventiva.
<.



