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Polícia

PF desmonta esquema de carteiras de crédito com R$ 12 bi do Master e BRB

PorGiovanna SfalsinVerificadoOrtografia IAPublicado Há 52 min
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PF desmonta esquema de carteiras de crédito com R$ 12 bi do Master e BRB
Fatos Rápidos da Notícia
  • Allan da Silva Machado, procurador do Banco Master e gerente de Backoffice/Conciliação, foi apurado pela Polícia Federal (PF) por participação em esquema de fraude envolvendo carteiras de crédito
  • Operação Compliance Zero estima valores de transações em R$ 12 bilhões e identificou uso de 'lastros artificiais' após auditorias do Banco de Brasília (BRB)
  • PF apreendeu R$ 1 milhão em espécie e um iPhone 15 na residência do procurador em 18 de novembro de 2025, durante a primeira fase da operação
Resumo Editorial

A PF desmontou esquema fraudulento com R$ 12 bilhões em carteiras de crédito entre Master e BRB, apreendendo R$ 1 milhão e um iPhone 15, com foco em Allan da Silva Machado.

A Polícia Federal (PF) desvendou, em operação coordenada com a Secretaria de Segurança, o esquema fraudulento envolvendo carteiras de crédito negociadas entre o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB), com valores estimados em R$ 12 bilhões, e apreendeu R$ 1 milhão em espécie e um iPhone 15 na residência de Allan da Silva Machado, procurador do Banco Master e gerente de Backoffice/Conciliação, em 18 de novembro de 2025.

Investigação Preliminar e Desdobramentos O peracionais

A O peração Compliance Zero, que analisou mensagens de WhatsApp, documentos bancários e dados da Firme, identificou uso sistemático de 'lastros artificiais' após auditorias do BRB, conforme constatação da PF, com foco no papel de Allan da Silva Machado como intermediário entre diretivas corporativas e execução das operações.

Conforme apurações oficiais, o procurador atuava como elo direto entre as ordens da diretoria do Master — incluindo figuras como Daniel Vorcaro e Alberto Felix Neto — e a montagem das carteiras de crédito, com cobranças urgentes para contornar bloqueios de cartões e facilitar a recompra de produtos financeiros, enquanto documentos com CPFs duplicados e matrículas padronizadas eram enviados por Raimundo Borges Leal da Firme.

Ponto de Destaque

O esquema movimentou transações fraudulentas equivalentes a R$ 12 bilhões, segundo estimativas da O peração Compliance Zero

Repercussão Jurídica e Estratégias Futuras

A PF formalizou investigação contra Allan da Silva Machado por participação em esquema de fraude e lavagem de dinheiro, com base em evidências coletadas durante a primeira fase da operação realizada em 18 de novembro de 2025.

Autoridades do Banco Master e do BRB ainda não se manifestaram oficialmente sobre as acusações, enquanto o Ministério Público Federal deve definir as próximas medidas legais, incluindo possível denúncia criminal e pedidos de prisão preventiva.

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Atenção / Ponto Crítico
Prazo máximo de 30 dias para a PF encaminhar laudo técnico ao Ministério Público Federal antes de decisões sobre prisão preventiva ou acordos colaborativos

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