Uma investigação jornalística conduzida pela coluna Na Mira revelou que um influente advogado da capital federal praticava, em eventos privados de alto custo, atos de fisting com até cinco acompanhantes por sessão, com valores pagos à agenciadora que organizava o encontro e repasses individuais de R$ 10 mil por participante, enquanto uma dívida inicial de R$ 300 mil era parcelada em três cuotas de R$ 66 mil, com pagamentos intermediários que somavam R$ 260 mil, após desconto de R$ 40 mil e restabelecimento do montante total.
Contexto Financeiro e O peracional do Esquema de Exploração
A apuração baseou-se em gravações sigilosas obtidas por colaboradores da coluna Na Mira, que documentaram encontros noturnos em espaços reservados na região administrativa de Brasília, onde o advogado arcarava com os custos totais de cada sessão — estimados em R$ 50 mil — e repassava individualmente R$ 10 mil a cada uma das participantes, incluindo mulheres cisgênero e transexuais contratadas por meio de agência especializada na mediação de serviços eróticos.
O s registros contábeis indicam que o débito contraído pelo jurista foi inicialmente dividido em três parcelas de R$ 66 mil, com abatimentos provisórios e pagamentos parciais que chegaram a R$ 260 mil; após a concessão de desconto de R$ 40 mil pela credora, o saldo foi formalmente restabelecido em R$ 300 mil, configurando inadimplência reiterada apesar dos compromissos assumidos.
O advogado quitou o débito inicial com pagamentos parciais que somaram R$ 260 mil, mas o saldo foi restabelecido em R$ 300 mil após a revogação do desconto concedido.
Repercussão Legal e Intervenção da Polícia Civil
A Polícia Civil do Distrito Federal encerrou o terceiro bordel localizado na Asa Norte como parte da operação que desvendou o esquema de exploração sexual e cobrança irregular de valores por serviços prestados em ambientes clandestinos de alto padrão.
Fontes oficiais confirmam que a agenciadora responsável pelo evento foi notificada para regularizar a situação junto à Receita Federal, enquanto o Ministério Público Federal investiga possíveis crimes de tráfico de drogas, proxenetismo e lavagem de valores vinculados ao consumo desenfreado de crack e álcool em contextos de vulnerabilidade física.



