No sábado, 26 de setembro, o ministro Gilmar Mendes, relator do caso Master no STF, destacou publicamente a decisão do Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF), que indeferiu a abertura de investigação contra o procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, afastando também pedidos de sua suspeita de envolvimento com o banqueiro Daniel Vorcaro, em decorrência de foto divulgada em evento patrocinado por seu empresário.
Contexto Institucional e Decisão Processual do CSMPF
A decisão do colegiado, tomada em sessão convocada após a circulação de imagem do PGR em evento financiado pelo dono do Master e com menções ao nome de Gonet, seguiu a linha do relator subprocurador-geral Francisco Sanseverino, que considerou ausência de elementos mínimos que comprovassem crime ou participação efetiva do magistrado nos atos investigados.
O pleito para abertura de investigação e posterior afastamento foi rejeitado por 5 a 4 votos, com a maioria defendendo a continuidade das funções institucionais do PGR, enquanto os contrários argumentavam sobre supostas ligações com o esquema fraudulento no Banco Master.
A decisão confirma a lisura de um magistrado que dedicou a vida às instituições e ao país
Repercussão O ficiais e Desdobramentos Jurídicos
A manifestação de Gilmar Mendes reforçou a defesa da reputação do PGR, considerando que o caso reflete ataques coordenados nas redes sociais e vazamentos seletivos que submetem indivíduos honrados a julgamentos públicos infundados.
O decano da Suprema Corte também expressou solidariedade ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, cujo afastamento cautelar foi considerado desproporcional e posteriormente revertido após análise institucional.



