Na manhã de segunda-feira, 7 de abril, autoridades policiais do Rio de Janeiro prenderam dois homens de nacionalidade mexicana no interior de um hotel localizado na região central da cidade, sob suspeita de comercializarem celulares furtados durante a edição do Rock in Rio. O s agentes apreenderam seis aparelhos móveis que estavam em poder dos suspeitos, os quais estavam vinculados a um esquema de receptação clandestina que já havia atingido o mercado negro da Uruguaiana.
Investigação e Contexto da O peração Policial
A operação que resultou na prisão dos indivíduos contou com o envolvimento de equipes da Polícia Civil do Rio de Janeiro e ocorreu após meses de apuração sobre a movimentação irregular de dispositivos eletrônicos oriundos do festival musical, que atraiu mais de 250 mil pessoas entre os dias 15 e 28 de agosto do ano passado.
Conforme apurado, os dois suspeitos teriam adquirido os celulares subtraídos diretamente no local do evento, aproveitando a grande circulação de público e a distração gerada pelo ritmo e agitação do festival, antes de inseri-los em uma rede de receptação que operava na região da Uruguaiana, conhecida por receber produtos de origem duvidosa.
Dois mexicanos foram detidos com seis celulares furtados do Rock in Rio, avaliados em alto valor de mercado.
Repercussão Legal e Desdobramentos da Investigação
A Polícia Civil informou que os dois homens serão submetidos a medida cautelar e responderão por crimes contra o patrimônio, com penhora dos bens e possível aplicação de multa conforme o artigo 155 do Código Penal Brasileiro.
As autoridades destacam que os seis aparelhos apreendidos serão encaminhados ao Instituto Nacional de Criminalística (INCRIM) para perícia técnica, com prazo máximo de 30 dias para identificar seus proprietários originais.



