Facções criminosas utilizam drones para tentar introduzir drogas, celulares, armas e outros itens no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), com 12 aparelhos interceptados nos últimos oito meses.
Detalhamento e Contexto Apurado
Entre janeiro e agosto, a Divisão Especializada em O perações com Drone (DEOD) registrou 21 ocorrências que resultaram na apreensão de drogas, armas e equipamentos eletrônicos, incluindo casos em que drones transportavam picanha, açaí e uísque O Iapen informou que, na 11ª fase da O peração Mute (maio), drones eram responsáveis por 80% da entrada de ilícitos no presídio, e cada drone custa em média R$ 40 mil, enquanto celulares dentro do estabelecimento chegam a valer R$ 10 mil.
Informações apuradas com confirmação das fontes e órgãos responsáveis.
Novos desdobramentos institucionais e posicionamentos oficiais seguem sob acompanhamento.



