Na noite de quarta-feira (14), dois indivíduos encapuzados arremessaram rojões contra o CT Joaquim Grava, centro de treinamento do Sport Club Corinthians Paulista, localizando-se no perímetro do complexo esportivo em São Paulo, com a ação sendo registrada por equipes de reportagem da TV, que documentaram a ameaça armada e o constrangimento dos profissionais durante o ocorrido.
Apuração das Circunstâncias e Detalhes Técnicos do O corrido
Segundo apuração realizada pela equipe de reportagem da TV e confirmada pelo GE. Com, os agressores, vestidos com capuzes para ocultar a identidade, convergiram ao portão principal do CT Dr. Joaquim Grava às 20h45, onde acenderam rojões de sinalização pirotécnica na direção do local, enquanto um dos envolvidos ostentava um revólver calibre 38 e proferia ameaças verbais ao técnico de som da emissora, identificável como Thiago Almeida, sob risco iminente de uso da arma de fogo.
A Polícia Militar foi acionada imediatamente após o registro do fato, iniciando diligências para identificar os autores, enquanto o Corinthians, por meio de nota oficial divulgada em seu canal institucional, manifestou repúdio ao episódio e se colocou à disposição das autoridades para colaborar com as investigações policiais por meio das imagens captadas pelas câmeras de segurança instaladas no complexo.
Mais de 50 mil torcedores acompanharam o treino normal do Corinthians no CT Joaquim Grava antes do ocorrido com os rojões e a ameaça armada por indivíduos encapuzados.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Jurídicos
O Sport Club Corinthians Paulista repudiou veementemente o ato de violência e ameaça contra os profissionais da TV, reafirmando seu compromisso constitucional com a liberdade de imprensa e garantindo total colaboração com as autoridades policiais para a identificação dos responsáveis por meio das imagens do circuito de câmeras de segurança do CT.
O novo treinador do alvinegro, Clarence Seedorf, comandou o treinamento da tarde na presença de jogadores e staff técnico, mantendo a rotina esportiva apesar do episódio, enquanto o Ministério Público do Estado de São Paulo deve avaliar a tipificação penal dos crimes de ameaça agravada e vandalismo contra bens culturais esportivos.



