Na manhã de quarta-feira (16), um adolescente de 16 anos morreu após ser esfaqueado durante um assalto na Avenida Sargento de Milícias, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, enquanto tentava defender uma colega de escola que tinha seu celular alvo do criminoso.
Investigação Criminal e Contexto Imediato da Violência
A Polícia Civil da 64ª Delegacia de Polícia (DP) de São João de Meriti, com apoio tático do 21º Batalhão de Polícia Militar (BPM), identificou e prendeu em flagrante Fabrício Mateus da Silva, 25 anos, suspeito do crime que vitimou o adolescente Luiz Guilherme Assis de Vasconcelos e feriu gravemente sua amiga durante o assalto ocorrido por volta das 7h45. Testemunhas foram ouvidas no local e imagens de câmeras de vigilância da região foram analisadas para reconstituir os acontecimentos, enquanto equipes da 64ª DP monitoraram rotas possíveis de fuga do indivíduo, culminando em sua localização e prisão na própria avenida onde ocorreu o crime.
O adolescente, que estudava no CIEP 179, havia deixado o sistema prisional há pouco mais de três meses após cumprir condenação por roubo, e possuía três anotações criminais prévias, todas relacionadas a infrações contra o patrimônio, o que reforça a suspeita de reincidência e risco social em seu histórico.
O adolescente morreu após receber múltiplos golpes de faca durante tentativa de defesa da colega durante assalto na Avenida Sargento de Milícias, em São João de Meriti.
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Repercussão Institucional e Desdobramentos Judiciários.
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O caso foi encaminhado à 64ª DP para as providências de polícia judiciária, incluindo a lavratura do boletim de ocorrência formal e a condução do suspeito à unidade prisional mais próxima, onde permanecerá à disposição da Justiça com custódia preventiva, em razão do histórico criminal e da gravidade do delito., A família da vítima ainda não foi formalmente notificada; ao mesmo tempo, o Conselho Tutelar local já acionou canais jurídicos para apurar eventuais falhas na proteção social do adolescente, enquanto o Ministério Público Estadual deve instaurar inquérito para apurar responsabilidades civis e criminais.
O suspeito deve permanecer em prisão preventiva até decisão judicial em até 24 horas, sob pena de violação do artigo 312L do Código de Processo Penal.



