A pesquisa Quaest, encomendada pela NSC e divulgada em 24 de agosto, aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) como favorito entre os eleitores de Santa Catarina para a Presidência da República em 2026, com 45% de intenção de voto, enquanto o ex-presidente Lula (PT) registra 20%, segundo dados coletados entre 20 e 23 de agosto com amostra de 804 eleitores e margem de erro de 3 pontos percentuais.
Contexto Institucional e Metodologia da Pesquisa
O levantamento realizado pela Quaest entre os dias 20 e 23 de agosto entrevistou 804 eleitores com 16 anos ou mais em Santa Catarina, amostragem registrada no TSE sob os números SC-00517/2026 e BR-07160/2026, com margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, revelando que 70% dos entrevistados consideram sua decisão de voto definitiva, enquanto os remaining 30% ainda podem mudar o voto até o dia 4 de outubro.
Antecedentes e justificativas para a condução da pesquisa indicam que a NSC promoveu o estudo para mapear as intenções eleitorais no cenário nacional com foco em Santa Catarina, um dos estados com maior peso político na disputa presidencial, onde a presença do senador como principal representante do segmento conservador exige análise rigorosa das dinâmicas regionais e nacionais.
Flávio Bolsonaro lidera com 45% na intenção de voto em Santa Catarina para as eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa Quaest registrada no TSE.
Repercussão Política e Desafios na Apuração Eleitoral
A publicação do levantamento gerou reações imediatas por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que confirmou a legitimidade técnica da pesquisa, enquanto o Ministério Público Federal destacou a necessidade de fiscalizar eventuais omissões nas declarações patrimoniais dos candidatos, já que mais de 6.900 candidatos não divulgaram bens na janela eleitoral vigente até agosto.
O cenário eleitoral ainda enfrenta desafios como a candidatura inelegível do empresário Pablo Marçal (PRTB), cujo registro foi mantido apesar da suspensão por falta de aptidão, e as disputas sobre possíveis interferências externas nas eleições, conforme indicado por dados do Datafolha que apontam 50% dos entrevistados como receosos dessa influência.



