O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, indeferiu o pedido da defesa de Flávio Bolsonaro para suspender processos conduzidos pelo ministro Flávio Dino, cujo relatório aborda investigações vinculadas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, à campanha presidencial de 2022 e ao senador Jorge Kajuru, em decisão tomada sigilosa dentro de uma Arguição de Suspeição. Fachin negou o seguimento ao argumento de que a suposta "amizade íntima" entre Lula e Dino não caracteriza, por si só, suspeição institucional para julgamento de matérias de alto impacto político-eleitoral. A defesa, ao mesmo tempo, reconheceu que episódios isolados — como encontros presenciais, declarações públicas ou comunicação telefônica — não constituem fundamento suficiente para afastar a imparcialidade do magistrado.
Contexto Institucional e Histórico da Suspensão Processual
O ministro Edson Fachin manteve firmeza técnica ao rejeitar a suspeição com base na ausência de indícios concretos de parcialidade.



