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RJ terá retotalização de votos para cadeiras na Alerj após decisão do TRE

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 18:56
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RJ terá retotalização de votos para cadeiras na Alerj após decisão do TRE
Fatos Rápidos da Notícia
  • A eleição para a Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) terá uma retotalização dos votos após o TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) aprovar o registro de candidatura de Luiz Martins (PSDB). A decisão foi tomada pelo plenário na quarta-feira (21) e permite incluir os 24.651 votos recebidos pelo ex-deputado no cálculo das vagas.
  • Em nota, o tribunal confirmou a necessidade do procedimento, mas informou que ainda não definiu quando ele será realizado. "A cerimônia será agendada oportunamente, considerando que ainda há outros processos relacionados a registros de candidatura em tramitação na Justiça Eleitoral", afirmou o TRE-RJ.
  • A inclusão de votos antes desconsiderados pode modificar tanto o número de cadeiras destinado a cada partido ou federação quanto a relação dos eleitos.
Resumo Editorial

A eleição para a Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) terá uma retotalização dos votos após o TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) aprovar o registro de candidatura de Luiz Martins (PSDB). A decisão foi tomada pelo plenário na quarta-feira (21) e permite incluir os 24.651 votos recebidos pelo ex-deputado no cálculo das vagas.

A eleição para a Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) terá uma retotalização dos votos após o TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) aprovar o registro de candidatura de Luiz Martins (PSDB). A decisão foi tomada pelo plenário na quarta-feira (21) e permite incluir os 24.651 votos recebidos pelo ex-deputado no cálculo das vagas.

Em nota, o tribunal confirmou a necessidade do procedimento, mas informou que ainda não definiu quando ele será realizado. "A cerimônia será agendada oportunamente, considerando que ainda há outros processos relacionados a registros de candidatura em tramitação na Justiça Eleitoral", afirmou o TRE-RJ.

A inclusão de votos antes desconsiderados pode modificar tanto o número de cadeiras destinado a cada partido ou federação quanto a relação dos eleitos.

Na consulta ao TSE⁠, foram identificados, entre os candidatos indeferidos, mas com recurso, nomes como João Drumond (PRD), Diego Alba (PSDB), Renato Machado (PT), Val Ceasa (PRD), Paulo Melo (União), Vaguinho Neguinho (PRD) e Vandro Família (PSDB).

Por que Luiz Martins estava sub judice

O julgamento envolveu questionamentos sobre registros criminais e a existência de vínculos com estruturas criminosas. Segundo o MPE (Ministério Público Eleitoral), Luiz Martins tinha acusações de corrupção passiva na operação Furna da Onça. Houve ainda a análise de 28 processos atribuídos a um homônimo do candidato, segundo a defesa. O registro foi deferido por maioria.

O filho do deputado, Daniel Martins, secretário de Estado de Trabalho e Renda do Rio de Janeiro, comemorou nas redes sociais. "A verdade prevaleceu, a justiça foi feita e a nossa fé jamais foi abalada! Meu pai estará de volta ao lugar de onde jamais deveria ter saído", disse.

Governo do Rio também passou por retotalização

O procedimento já foi realizado na eleição para governador, em 10 de outubro, após o TSE confirmar o indeferimento da candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) e determinar a exclusão de seus 274.411 votos da base de votos válidos.

Com a mudança, Douglas Ruas (PL) passou de 49,27% para 50,88%, mantendo os mesmos 4.271.199 votos recebidos nas urnas. Eduardo Paes (PSD) passou de 42,76% para 44,16%. A nova proporção assegurou a vitória de Ruas no primeiro turno.

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