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Economia

Superquarta reúne decisões divergentes sobre juros no Brasil e nos EUA

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 58 min
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Superquarta reúne decisões divergentes sobre juros no Brasil e nos EUA
Fatos Rápidos da Notícia
  • O Banco Central do Brasil (Copom) deve reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75%, em reunião marcada para 16 de setembro de 2025, após o IPCA de agosto recuar 0,32% na comparação mensal, conforme indicado pelo IBGE.
  • O Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos pode elevar a taxa de juros em 0,25 ponto percentual na reunião de 16 de setembro de 2025, com as apostas de mercado subindo para 90% após o CPI de agosto mostrar alta de 0,4% na comparação mensal e 5,4% no acumulado dos 12 meses do PPI.
  • A decisão do Copom e do Fomc no dia 16 de setembro de 2025, conhecida como 'superquarta', reunirá duas decisões importantes sobre juros em um único dia, afetando diretamente o crédito, a inadimplência e a atividade econômica em ambos os países.
Resumo Editorial

A 'superquarta' testa a capacidade de cada BC em conduzir ajustes divergentes de juros diante de inflação persistente e dados contraditórios.

Em 16 de setembro de 2025, o Banco Central do Brasil e o Federal Reserve dos Estados Unidos conduzirão, em um único dia denominado 'superquarta', decisões estratégicas sobre a taxa Selic e a taxa de juros americana, após a divulgação de indicadores inflacionários que sinalizam movimentos divergentes nos dois países.

Contexto Institucional e Cenário Econômico da Decisão Monetária

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil deve reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75%, em reunião marcada para 16 de setembro de 2025, após o IPCA de agosto recuar 0,32% na comparação mensal, conforme indicado pelo IBGE, fato que representa o menor resultado para agosto desde 2022 e supera as expectativas dos economistas que projetavam recuo de 0,29%.

A decisão ocorre em um cenário de inflação ainda acima da meta de 3% no acumulado anual (4,22% nos últimos 12 meses), mas com tendência de desinflação impulsionada pelo alívio no preço da energia elétrica residencial e outros componentes voláteis, permitindo ao BC adotar um ajuste gradual com ritmo conservador.

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