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Muro de igreja evangélica no Noroeste de Brasília é pichado após eleições

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 15:03
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Muro de igreja evangélica no Noroeste de Brasília é pichado após eleições
Fatos Rápidos da Notícia
  • Muro da igreja Núcleo da Fé foi pichado com “fascistas” e “Deus é gay” em Brasília
  • Fiéis fizeram oração no domingo (1/11) em frente ao muro
  • Pastor Ibi Batista foi candidato a suplente de senador pelo Novo e não foi eleito
Resumo Editorial

O Núcleo da Fé registrou pichações com ofensas políticas e religiosas em sua fachada no Distrito Federal, gerando oração dos fiéis e uma representação parlamentar para investigação do caso.

O muro da igreja evangélica Núcleo da Fé, localizada no Noroeste de Brasília, foi pichado com as palavras “fascistas” e “Deus é gay”. A comunidade religiosa fica em uma região nobre da capital da República. O episódio ocorreu após as eleições, segundo comunicado oficial da congregação.

Os fiéis se reuniram em frente ao muro no domingo (1/11) para fazer uma oração. O pastor Ibi Batista, líder da igreja e candidato a suplente de senador na chapa de Sebastião Coelho pelo partido Novo, que ficou em quinto lugar e não foi eleito, afirmou que a comunidade permanece firme na fé e que Deus continua agindo no local.

A igreja declarou em suas redes sociais que seguirá anunciando Jesus, servindo à comunidade e orando por cada vida, inclusive por quem praticou o ato. O comunicado também afirma que o Noroeste é do Senhor, reforçando a posição da congregação diante do ocorrido.

O deputado distrital Pastor Daniel de Castro (PP) protocolou nesta terça-feira (3/11) uma notícia de fato no Núcleo de Enfrentamento à Discriminação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. O parlamentar pediu investigação sobre o caso.

Pastor Daniel de Castro afirmou que as frases ridicularizam a divindade cultuada pela congregação e atribuem aos fiéis uma pecha política. Segundo ele, a ofensa está no uso das paredes de um local de culto para escarnecer da fé de quem se reúne ali, em momento de acirramento pós-eleitoral.

O deputado destacou que o ato pode configurar crimes como discriminação ou preconceito de religião, ultraje a culto, pichação de edificação urbana e dano.

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Tags:igreja

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