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Economia

Economista afirma que crescimento do Brasil dependerá de produtividade

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 16:24
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Economista afirma que crescimento do Brasil dependerá de produtividade
Fatos Rápidos da Notícia
  • Fábio Giambiagi afirma que o crescimento do Brasil dependerá de ganhos de produtividade devido ao baixo ritmo de expansão da população em idade de trabalhar.
  • A avaliação foi apresentada durante a 9ª edição do Imersão Indústria, promovido pela Fiemg em Belo Horizonte.
  • Diogo Lisboa, do Sebrae Minas, destaca que pequenas empresas devem se preparar para integrar cadeias de valor das grandes indústrias.
Resumo Editorial

Durante evento da Fiemg em Belo Horizonte, especialistas apontam que o aumento da produtividade é essencial para impulsionar a economia e a competitividade industrial diante do menor ritmo de expansão da população em idade de trabalhar.

O economista Fábio Giambiagi defendeu que o futuro do crescimento econômico brasileiro estará atrelado aos ganhos de produtividade, e não à ocupação de mais pessoas no mercado de trabalho. A declaração foi feita durante a 9ª edição do Imersão Indústria, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), em Belo Horizonte, nesta sexta-feira (30). Giambiagi argumentou que, como o ritmo de crescimento da população em idade de trabalhar será pequeno, o dinamismo da produtividade se torna o fator determinante para acelerar o desenvolvimento e ampliar a competitividade da indústria.

O evento também abordou os desafios enfrentados por pequenas e médias empresas. Segundo Diogo Lisboa, analista técnico do Sebrae Minas, os pequenos negócios devem se preparar para fornecer produtos e serviços com qualidade e pontualidade para integrar as cadeias de valor das grandes indústrias nas regiões onde atuam. Lisboa citou ainda a necessidade de qualificação profissional e preparação de lideranças para as transformações tecnológicas, além dos impactos da Reforma Tributária, das mudanças na NR-1 e das discussões sobre a jornada de trabalho.

Luiz Otávio Conforze Lima, presidente da AngloGold Ashanti na América Latina, destacou que o chamado Custo Brasil pesa sobre a competitividade das grandes operações industriais, especialmente na mineração. Ele mencionou impostos, logística, infraestrutura e segurança como fatores onerosos, incluindo o que classificou como um “imposto invisível” devido à alta carga tributária na produção, principalmente do ouro.

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