Às 19h50 do dia 1º de outubro, um homem de 28 anos arremessou uma mochila na Praça dos Três Poderes, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), acionando a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e o esquadrão antibombas, após tentativa frustrada de invadir o perímetro do tribunal, embora a inspecção da O peração Petardo tenha constatado a ausência de explosivos, revelando que o objeto continha apenas itens pessoais.
Investigação e Procedimentos de Segurança na Esplanada dos Ministérios
A Polícia Judicial do STF acionou imediatamente a PMDF após o sistema de monitoramento detectar a movimentação suspeita do indivíduo, que havia tentado pular as grades que circundam o tribunal antes de arremessar o objeto; a O peração Petardo, protocolo padrão para averiguação de possíveis artefatos explosivos, foi deflagada com rigor técnico, culminando na constatação de que a mochila não continha substâncias inflamáveis ou componentes detonadores, mas sim pertences pessoais como documentos e objetos de uso cotidiano.
O caso foi encaminhado ao setor de inteligência da PMDF para análise de antecedentes e motivações, enquanto o isolamento da área por volta das 20h30 garantiu a segurança do entorno da Esplanada dos Ministérios, sem que haja evidências de plano coordenado para invasão das dependências do STF.
A intervenção da O peração Petardo confirmou a inexistência de explosivos na mochila arremessada em frente ao STF.
Repercussão Institucional e Desdobramentos do Caso
O Supremo Tribunal Federal informou, por meio de nota oficial, que nenhum ministro encontrava-se no prédio-sede no momento da ocorrência, destacando que os gabinetes dos magistrados estão localizados em anexo ao edifício principal, sob responsabilidade direta da chefia da Casa, atualmente comandada por Edson Fachin.
As autoridades policiais mantêm o indivíduo sob custódia para os procedimentos investigativos formais, com possibilidade de enquadramento em crime contra a segurança institucional previstos no Código Penal e no Regimento Interno do STF.
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