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Economia

Petróleo dispara e sobe mais de 3%; barril voltou a bater US$ 110: entenda os detalhes da apuração

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 22:40
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Petróleo dispara e sobe mais de 3%; barril voltou a bater US$ 110: entenda os detalhes da apuração
Fatos Rápidos da Notícia
  • O petróleo Brent fechou em alta de 3,72% (US$ 3,94), a US$ 109,86 o barril, e o WTI subiu 2,61% (US$ 2,52), a US$ 99,02 o barril, na sessão de sexta-feira, 16, na ICE e na Nymex
  • A refinaria de petróleo de Ryazan, na Rússia, suspendeu as operações em uma de suas principais unidades de refino após um ataque de drone na quinta-feira
  • O vice-primeiro-ministro russo Alexander Novak afirmou que Moscou está pronta para garantir o equilíbrio dos mercados de energia e manter seu papel na garantia do diesel
Resumo Editorial

A alta de 3,72% no Brent, atingindo US$ 109,86, reflete a volatilidade dos mercados por ataques a infraestruturas e tensões no O riente Médio, com a Rússia suspendendo refinaria e o Irã propondo mediação sem ações concretas.

Preços do petróleo registram forte alta em meio a tensões geopolíticas

O petróleo Brent fechou em alta de 3,72% na sessão de sexta-feira, 16, atingindo US$ 109,86 o barril, enquanto o WTI subiu 2,61%, para US$ 99,02. O dado numérico central Petróleo fecha com alta de mais de 3%, com Brent a US$ 109,86 evidencia a volatilidade dos mercados diante de ataques contra infraestruturas energéticas e conflitos no O riente Médio.

A refinaria de petróleo de Ryazan, na Rússia, suspendeu as operações em uma de suas principais unidades de refino após um ataque com drone na quinta-feira, reforçando preocupações sobre interrupções no fornecimento global. Esse episódio ocorre após uma série de incidentes que têm gerado incerteza nos fluxos de energia, apesar da recuperação parcial dos embarques pela região de O rmuz.

O vice-primeiro-ministro russo Alexander Novak declarou que Moscou está disposta a garantir o equilíbrio dos mercados de energia e manter seu compromisso com a estabilidade do diesel, sinalizando a importância estratégica do país como fornecedor confiável. Paralelamente, o Irã manifestou disposição para mediar divergências entre Arábia Saudita e os houthis do Iêmen, embora sem indicar ações concretas para alívio imediato dos preços.

Analistas da ING e da Julius Baer destacam que a persistência dos conflitos geopolíticos sustenta os preços elevados, mesmo com a retomada parcial das exportações. Enquanto o prêmio de risco geopolítico pode ser reduzido com maior segurança nos fluxos marítimos, um acordo efetivo ainda é necessário para consolidar confiança nos mercados. A combinação de restrições físicas e tensões políticas mantém o cenário volátil, com os investidores atentos à evolução dos eventos.

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