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Economia

Economia dos EUA mostra força nos indicadores, mas inflação e custo de vida geram ceticismo antes das eleições

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 09:40
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Economia dos EUA mostra força nos indicadores, mas inflação e custo de vida geram ceticismo antes das eleições
Fatos Rápidos da Notícia
  • Eleições decidirão o controle do Congresso dos EUA com foco na economia
  • Desemprego está em 4,2% e PIB cresceu 3,4% no último trimestre
  • Inflação permanece acima da meta de 2% do Federal Reserve
Resumo Editorial

Apesar do desemprego baixo e do crescimento do PIB, americanos enfrentam preços elevados e juros altos, criando um cenário de insatisfação econômica às vésperas da votação para o Congresso.

A atenção dos eleitores dos Estados Unidos está voltada para a economia na véspera das eleições que definirão o controle do Congresso. Apesar de os preços altos serem uma preocupação central, com muitos culpando as tarifas e a guerra com o Irã pela inflação persistente, os números apresentam um quadro mais complexo.

O mercado de trabalho permanece sólido, com a taxa de desemprego em 4,2% em setembro e pedidos semanais de seguro-desemprego próximos da mínima em 57 anos. Além disso, o crescimento econômico atingiu 3,4% no último trimestre, impulsionado por investimentos em inteligência artificial e pelo desempenho do mercado de ações.

No entanto, o sentimento do consumidor registrou mínimas históricas segundo a Universidade de Michigan, refletindo a percepção pessoal sobre as finanças. Brian Jacobsen, estrategista econômico-chefe da Annex Wealth Management, afirma que o sentimento é o principal fator determinante dos resultados eleitorais.

A inflação continua acima da meta de 2% do Federal Reserve e o custo de vida segue elevado. Desde janeiro de 2025, preços ao consumidor e salários médios aumentaram cerca de 5,5%, resultando em estabilidade no poder de compra dos trabalhadores em comparação ao início do segundo mandato de Donald Trump.

O Federal Reserve aumentou a taxa básica de juros em setembro e prevê novos aumentos em dezembro. Com taxas de hipoteca de 30 anos acima de 7% e escassez de moradias, a compra de imóveis tornou-se inacessível para muitos eleitores.

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