Na noite de 15 de maio, o líder comunitário e presidente do PL Jovem no Distrito Federal, Evandro, e sua equipe, identificados por carregarem material de campanha, registraram um incidente na Praça do Trabalhador, onde foram submetidos a xingamentos e ameaças durante ato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, gerando a necessidade de escolta policial para sua retirada ao Atacadão Dia a Dia.
Contexto Institucional e Histórico da Medida
A apuração jornalística, baseada no depoimento oficial de Evandro, revelou que o grupo encontrava-se em Ceilândia para cumprir agenda de campanha eleitoral, tendo transposto o Riacho Fundo e visitado o Restaurante Comunitário antes de chegar à Praça do Trabalhador por volta das 19h; testemunhas presenciais confirmaram a identificação do material do PLO candidato relata que a confrontação iniciou-se após reconhecimento imediato da equipe pela presença do evento lulaense, com agressões verbais precedendo qualquer reação organizacional.
Antecedentes indicam que Evandro mantém atuação contínua na região desde o início da campanha, com vínculos religiosos e institucionais consolidados na comunidade local, o que reforça a caracterização do episódio como deslocamento legítimo em exercício de direito de manifestação eleitoral.
O grupo foi obrigado a sair da região após orientação da Polícia Militar devido a ameaças e tentativas de agressão física.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
A Secretaria de Segurança Pública confirmou que o caso será investigado como ato de violência política contra agente público ou cidadão em exercício de função eletiva, com possibilidade de enquadramento em crime contra a ordem pública previstos no Código Penal.
O Ministério Público do Distrito Federal anunciou que acionará as autoridades competentes para apurar responsabilidades civis e criminais decorrentes da tentativa de agressão física e dos danos morais alegados pela equipe de Evandro.



