A pesquisa Quaest, registrada no TSE sob o número AM-09760/2026 e divulgada em 13 de outubro, apurou que o senador O mar Aziz (PSD) lidera com 51% as intenções de voto para o segundo turno do governo do Amazonas, enquanto a Professora Maria do Carmo (PL) registra 37% dos eleitores, em amostra de 1.098 pessoas entrevistadas entre os dias 9 e 12 de outubro, com margem de erro de 3 pontos percentuais e confiança de 95%.
Contexto Institucional e Metodologia da Pesquisa Eleitoral
O levantamento realizado pela instituição Quaest entre os dias 9 e 12 de outubro, com amostra estatisticamente representativa de 1.098 eleitores amazonenses, revelou o cenário competitivo do segundo turno para o governo estadual, no qual o candidato do PSD mantém vantajosa liderança técnica dentro da margem de erro permitida pelo nível de confiança de 95%, conforme os parâmetros metodológicos validados pelo TSE.
A análise do dado reforça a tendência de polarização política já observada nos últimos ciclos eleitorais na região Norte, com o candidato do PSD beneficiando-se de bases tradicionais em interioridades e agronegócios, enquanto a representante do PL busca consolidar apoio em áreas urbanas e entre setores educados, em um contexto de intensificação da disputa partidária em âmbito nacional.
O senador O mar Aziz (PSD) lidera com 51% as intenções de voto para o segundo turno do governo do Amazonas, contra 37% da Professora Maria do Carmo (PL).
Repercussão Política e Desdobramentos Eleitorais
As posições de Aziz e Carmo refletem o equilíbrio entre forças tradicionais e emergentes no cenário amazonense, com o primeiro contando com estrutura partidária consolidada e rede de influência regional, enquanto a candidata do PL articula discurso técnico e promessas de renovação institucional, em meio à expectativa de mobilização intensiva nas semanas que antecedem o pleito.
O calendário eleitoral define o dia 25 de outubro como data decisiva para a definição do governador e, consequentemente, para a composição da bancada federal amazonense no Congresso, fato que amplifica a relevância estratégica do segundo turno para os rumos da política nacional.



