Na noite de quarta-feira (2), a Polícia Civil de São Paulo deflagrou uma operação que resultou na prisão em flagrante de 13 indivíduos envolvidos em uma fábrica clandestina localizada na Rua Porto, no bairro Chácara Cuiabá, em Itaquaquecetuba, que produzia cosméticos falsificados da marca WePink, associada à influenciadora Virginia Fonseca.
Contexto Institucional e O peracional da Fábrica Clandestina
A ação policial ocorreu após o cumprimento de mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça e contou com a participação de agentes da 1ª Delegacia do Cerco (Central Especializada de Repressão a Crimes e O corrências Diversas), órgão responsável por investigar crimes contra a propriedade intelectual e a segurança do consumidor.
A estrutura da operação revelou um galpão industrial na Zona Leste da Grande São Paulo, equipado com máquinas, insumos e equipamentos adequados à fabricação em escala da linha de cosméticos falsificados, com material suficiente para a produção continuada de produtos de aparência idêntica aos originais da WePink.
A Polícia Civil confirmou a apreensão de centenas de embalagens, rótulos e recipientes falsificados que circulavam em feiras e nas redes sociais.
Repercussão Legal e Desdobramentos do Caso
As autoridades destacam que os suspeitos já tinham sido detidos anteriormente em junho, quando outra fábrica clandestina vinculada à mesma rede foi desmantelada, fato que reforça a suspeita de reincidência criminal e justifica a solicitação da conversão das prisões em flagrante para medidas preventivas.
O caso segue sob investigação da Delegacia Seccional do centro paulista, com encaminhamento ao Ministério Público para eventual propositura de ação penal, enquanto a WePink ainda não se manifestou oficialmente sobre o episódio.



