Desde 2022, São Paulo acumula o maior número de infectados por Mpox no Brasil. Dos 15.499 casos registrados pelo Ministério da Saúde nesse período, 6.156 ocorreram no estado, representando quatro em cada dez infecções do país. O Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com 2.225 casos, seguido por Minas Gerais, com 930 ocorrências.
Ao analisar a incidência proporcional à população, o Amazonas lidera o ranking nacional com uma taxa de 2,1 infectados a cada 100 mil pessoas em 2025. Santa Catarina ocupa a segunda posição, com 1,2 casos a cada 100 mil. Em comparação, São Paulo tem índice de 0,8, o Rio de Janeiro de 0,7 e Minas Gerais de 0,6 por grupo populacional equivalente.
O Painel Mpox aponta que 92% dos infectados são do sexo masculino, com idade média de 33 anos e 74% se declaram homens cisgênero. Entre os registros, 43% são brancos e 32% pardos; segundo o Ministério da Saúde, 59% dos infectados tiveram relações sexuais com homens e 9% com mulheres.



