Na manhã de terça-feira (25), durante sabatina no Jornal Nacional, o candidato à presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que, se eleito, estabelecerá um novo teto de gastos vinculado à inflação mais 50% do PIB e propôs revisão na reforma tributária, defendendo encaminhar emenda constitucional no primeiro dia de mandato para limitar despesas públicas à correção inflacionária mais teto de 50% do PIB, sem prejuízo ao salário mínimo, saúde, educação ou renda dos mais pobres.
Diagnóstico Fiscal e Propostas de Reestruturação O rçamentária
Na sabatina transmitida pelo SBT, Caiado explicou que a viabilidade da política de contenção de gastos depende da maioria parlamentar, que seria garantida por seu partido, o PSD, embora tenha evitado detalhar as fontes específicas de corte orçamentário, afirmando que priorizará a gestão eficiente dos recursos já existentes sem comprometer políticas sociais essenciais.
O ex-governador reforçou que não realizará ajustes em áreas sensíveis como salário mínimo, serviços de saúde e educação, nem em programas direcionados a populações vulneráveis, mantendo o foco na otimização da máquina pública e na busca por eficiência administrativa para equilibrar as contas fiscais.
Caiado propõe teto de gastos equivalente à inflação mais 50% do PIB como mecanismo para conter despesas públicas sem afetar os mais pobres.
Anistia ao 8 de Janeiro e Estratégia de Segurança Regional
Caiado reiterou sua proposta de anistia ampla e geral aos envolvidos nos atos golpistas do 8 de Janeiro, justificando-a como medida para pacificar o país e encerrar ciclos de revanchismo político, afirmando que Lula também foi anistiado pelo STF.
Em relação à segurança pública, ele defendeu a criação de uma força regional na América do Sul com parceria entre países governados por líderes de centro-direita, comparando a estrutura operacional à Europol, embora tenha reconhecido limitações na capacidade operacional direta das instituições.



